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domingo, 13 de dezembro de 2015

Santo do Dia: Santa Luzia


Santa Luzia

Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa
O nome de Santa Luzia deriva do latim e significa: Portadora da luz. Ela é invocada pelos fiéis como a protetora dos olhos, que são a “janela da alma”, canal de luz.
Ela nasceu em Siracusa (Itália) no fim do śeculo III. Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, a ponto de ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe, chamada Eutícia, a queria casada com um jovem de distinta família, porém, pagão.
Ao pedir um tempo para o discernimento e tendo a mãe gravemente enferma, Santa Luzia inspiradamente propôs à mãe que fossem em romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia, e que a cura da grave doença seria a confirmação do “não” para o casamento. Milagrosamente, foi o que ocorreu logo com a chegada das romeiras e, assim, Santa Luzia voltou para Siracusa com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimentos pelos quais passaria, assim como Santa Águeda.
Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Não querendo oferecer sacrifício aos falsos deuses nem quebrar o seu santo voto, ela teve que enfrentar as autoridades perseguidoras. Quis o prefeito da cidade, Pascásio, levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar (Santa Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois). As chamas do fogo também se mostravam impotentes diante dela, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. A decapitação de Santa Luzia se deu no ano de 303.
Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus – Luz do Mundo – até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade”.
Santa Luzia, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova

Historia da Capela de Santa Luzia



         Em meados da década de 1910, o Ceará, assim como o Brasil e o mundo, presenciou fatos históricos importantes. O começo da Guerra Mundial assombrava e amedrontava todos os que participaram e tiveram notícias de tamanha barbárie. Começavam, no Brasil, as greves operárias, o início das reivindicações para melhores padrões de trabalho. Os cearenses sofriam com terríveis secas, como a de 1915, além da famosa ‘’Sedição de Juazeiro’’, em 1914, onde se tornou notável a influência de Padre Cícero sobre o povo camponês. Em meio a tanta violência, nasce, no Ceará, como uma flor que brota em meio à lama, uma nova esperança: uma nova Arquidiocese, e nela, um pouco antes, uma pequena comunidade, nas proximidades do Rio Cocó.

           Onde hoje se encontra a Praça de Santa Luzia, antigamente pertencia ao Sr Henrique de Castro Alencar, que cedeu o espaço no qual, em1913, foi fincado um cruzeiro a fim de simbolizar que ali seria construída uma Igreja. O período de construção da Capela foi de dois anos, terminando apenas em 1915, graças aos esforços de Sr Henrique e amigos da comunidade, que decidiram por consenso, elegendo Santa Luzia como padroeira. Neste meio tempo, em 1915, com a Bula Papal “Catholicae Religionis Bonum”, de Bento XV, A Diocese do Ceará é elevada a Arquidiocese de Fortaleza, criando-se também, as Dioceses do Crato e de Sobral.

         A Igreja de Santa Luzia foi inaugurada com as bênçãos de Frei Roberto e de Dom Antônio de Almeida Lustosa. Na primeira celebração, foram batizadas algumas crianças, que futuramente viriam a dar frutos dentro da comunidade, tendo com exemplo D. Zilar, umas das primeiras catequistas da Capela. Então, o Patronato das irmãs também ajudavam nas celebrações e trabalhavam no ensino de ler e escrever de meninas. Tudo isso era feito ao redor da capela, onde havia muitos sítios, vacarias, ao redor do que, aos poucos, foi se construindo um bairro, batizado primeiramente de ‘’Santa Luzia do Cocó’’ e, atualmente, denominado ‘’Jardim das Oliveiras’’.

        Por volta de 1922, a Comunidade era pequena e a Capela dispunha de poucos bancos, dividida entre o lado para mulheres e outro para os homens. A mesa da comunhão separava os fiéis do altar, que era revestido de pastilhas e ornamentado pelas imagens de Santa Luzia, São Francisco, Santo Antônio e Nossa Senhora. No meio do Sacrário havia um crucifixo.
Por ocasião das missas, as mulheres precisavam estar com véu na cabeça e o terço na mão e, além de tudo, estarem bem vestidas para receber a eucaristia. Na celebração das missas, o sacerdote permanecia de costas para a assembleia e a missa era rezada em latim. Por não haver energia, a Capela era iluminada por lampião ou velas. Além disso, a luz do luar iluminava o cruzeiro, aonde as reuniões eram realizadas.

      Em 1932, frei Roberto faleceu e toda a comunidade sofreu muito com sua ausência. Com o decorrer do tempo, Dom Lustosa designou o padre Francisco Cônego Pereira, mais conhecido como padre Pereira, como capelão da Capela. Ele chegou à Comunidade neste mesmo ano, começando seu trabalho missionário e ficando vários anos na comunidade. Além de ser muito querido, ele era respeitado pelo povo. Com grande dificuldade de chegar à Comunidade, pois residia em Messejana, vinha apenas uma vez por mês para celebrar missas na Capela Santa Luzia.

      Por volta de 1970, chega à comunidade o padre Luis Renato Francisco Derouet, francês, possuidor de grande carisma, respeitador e considerado pela Arquidiocese, o maior animador da juventude e grande incentivador das Comunidades Eclesiais de Bases (CEBES). Ele morou durante 20 anos na sacristia da Capela, em um pequeno quarto, o qual ele considerava suficiente. O Padre chegou a trabalhar no Hospital Geral de Fortaleza, como torneiro mecânico.

        Ele assumiu algumas comunidades para as quais foi designado, tais como a Capela de Santa Luzia, Menino Deus e São Sebastião que, naquela época, pertenciam à Paróquia Nossa Senhora da Glória. Em 1991, chegaram os padres redentoristas.

         Em 1996, a presença dinâmica do Padre Edimilson animou a comunidade a mais a trabalhar para o reino de Deus. Passou também pela capela, o Padre Raimundo Nonato, que embora de passagem rápida, assim como os outros, deu sua parcela de ajuda. Com a doença do Padre José Alberto Castelo, Padre Sales veio substitui-lo até a chegada do Padre José Wilson.


        Em 2003, com o decreto de Dom José Antônio Aparecido Tosi Marques, Arcebispo de Fortaleza, é criada a Paróquia São João Eudes, administrada pelos padres da Congregação de Jesus e Maria, os Eudistas, e a capela de Santa Luzia se integrou a esta desde então. Dentre as cinco comunidades que fazem parte desta paróquia, a de Santa Luzia é a mais antiga. Sua Capela será a primeira das três capelas paroquiais (as outras são Menino Deus e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro) a ter ser templo e altar consagrados, pelo bispo auxiliar de Fortaleza, Dom José Luis Gomes Vasconcelos, na presença de relíquias de São João Eudes. A cerimônia dará abertura ao JUBILEU da Capela, que se prepara para comemorar, em 2015, 100 anos de existência.

          Contar a história de a Capela de Santa Luzia é também contar a história de uma comunidade que se criou através dela.


Jonas Soares (Agrad. ao Senhor ‘’Chico Padeiro’’)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

MISSA EM AÇÃO DE GRAÇA PELOS IDOSOS E ENFERMOS



Com uma missa celebrada pelo padre Luís Gabriel e que contou com a participação do monsenhor Idelfonso, teve prosseguimento na última terça-feira, dia 8 de dezembro, consagrado a Nossa Senhora da Imaculada Conceição, o novenário em honra a Santa Luzia, que está sendo realizado na Capela da Santa, no bairro Jardim das Oliveiras. Entre a novena e a celebração eucarística, Adoração ao Santíssimo.

Naquela noite, houve reza do terço, com a coordenação do diácono Cleriston Mendes Ferreira e também a novena, que contou com a presença de um bom número de paroquianos de São João Eudes e devotos de Santa Luzia.

IDOSOS E ENFERMOS

Durante a celebração eucarística, presidida pelo padre Luís Gabriel, idosos e enfermos receberam o sacramento da Unção dos Enfermos.

A festa em honra a Santa Luzia ficará encerrada no domingo com uma procissão e missa, na Capela da Padroeira do bairro Jardim das Oliveiras, que estará completando 100 anos no dia 13 de dezembro. 


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

SANTA LUZIA MOVIMENTA DEVOTOS NO BAIRRO JARDIM DAS OLIVEIRAS


Com uma caminhada, que teve um percurso de cerca de dois quilômetros passando pela  Avenida Rogaciano Leite e as ruas Monsenhor Carneiro da Cunha, Teodoro de Paiva, Francisco das Chagas Mendes e Antônio Rocha, no bairro Jardim das Oliveiras, e, em seguida, uma missa para as crianças e que contou com a participação de adultos, os paroquianos de São João Eudes tiveram uma manhã movimentada, programada pela Capela Santa Luzia, que estará completando, no próximo dia 13 de dezembro, o seu centenário.



A Caminhada, desde o seu início, foi orientada por dois professores de Educação Física que, antes realizaram um aquecimento leve, para que os participantes fizessem o percurso sem se fatigarem. No meio da Caminhada foi registrada uma paralisação para outro exercício. Num espaço maior. Num campo de futebol, em frente à Casa de Formação dos Padres Eudistas. Vale ressaltar que o evento foi animado pelo Ministério de Música da Paróquia, composto por jovens. Para animar, eles utilizaram um trio elétrico.Também os agentes da AMC orientaram o trânsito durante  evento, que começou às 8 horas.



PONTO ALTO

Mas o ponto alto da manhã foi a Missa das Crianças, animada pelos bonecos Eudinho e Luiza, que auxiliaram o padre Luís Gabriel no comentário do Evangelho, proclamado pelo diácono Cleriston, aniversariante do dia. As crianças prestavam atenção não só o que o celebrante dizia como também os bonecos, que deram muita ênfase a frase de João Batista “Preparai o caminho do Senhor”.



No final da celebração, o padre Luís Gabriel fez uma bonita oração, abençoou as cestas de pães, que foram distribuídos com as crianças e também com os adultos. Antes, o celebrante informou que na próxima terça-feira, às 15 horas, haverá o Terço da Misericórdia, na Capela Santa Luzia, com a coordenação de uma caravana da Rádio Dom Bosco. À noite, Missa dos Enfermos.




  

domingo, 6 de dezembro de 2015

O 2º DIA DA NOVENA EM HONRA A SANTA LUZIA, JARDIM DAS OLIVEIRAS




Teve prosseguimento neste sábado, dia 5 de dezembro, o novenário em honra a Santa Luzia, virgem e mártir, na Paróquia São João Eudes, no bairro Jardim das Oliveiras, com a reza do Terço. A   novena, com o segundo dia  da vida de Santa Luzia,  a adoração  ao Santíssimo foram  conduzidas  pelo padre Luís Gabriel bem como a celebração eucarística da noite.

- “Santa Luzía, não querendo oferecer sacrifício aos deuses nem quebrar o seu santo voto, teve que enfrentar as autoridades perseguidoras e até a decapitação em 303, para assim testemunhar com a vida, ou morte o que disse: “Adoro a um só Deus verdadeiro e a ele prometi amor e fidelidade”, comentário do livrinho da novena no seu 2º dia.


Já o padre Luís Gabriel iniciou a sua homília fazendo uma pergunta: “Quem é amado por Deus?. Isso por três vezes. Na última, todos responderam com firmeza, “Eu!”. E prosseguiu, Deus quer a nossa salvação. Mas nos afastamos de Deus quando abandonamos a sua Palavra, pelo consumismo exagerado, quando deixamos de ser caridosos ou usamos a língua para o mal, ou seja, quando falamos dos outros.


O padre Luís Gabriel terminou sua sua homília dizendo que a Palavra de Deus nos mostra o caminho que devemos seguir, através de João Batista “Preparai o caminho do Senhor!”. E o Tempo do Advento nos motiva a preparar o caminho do Senhor que vem no Natal. A confissão também nos prepara para a vinda de Jesus Cristo. N próxima segunda-feira “estaremos aqui confessando”.

Depois da reza do terço, novena e Missa, um momento de lazer, com bolos, pratinhos (arroz, paçoca, creme de galinha e vatapá) e uma apresentação do trio “Tô nem vendo”, formado pelos deficientes visuais Adauto Filho, Bia Marques e Pedro  Felício que  animaram  os presentes com suas músicas de forró  pé de serra.


HOJE


No final da Missa, o padre Luís Gabriel divulgou a programação de hoje, que começa com a IV 
Caminhada Paroquial, que percorrerá cerca de dois quilômetros de algumas ruas do bairro. Antes, haverá um aquecimento e todos participarão de um café-comunitário. Depois, será celebrada a missa  campal. Nesta manhã, não haverá celebração nas outras capelas da Paróquia São João Eudes. À noite, terá sequência a programação normal do novenário.

ABERTOS OS FESTEJOS EM HONRA A SANTA LUZIA, NO BAIRRO JARDIM DAS OLIVEIRAS




Com uma celebração eucarística, presidida pelo padre Amado Vanegas, superior dos padres eudistas no Brasil, e não pelo padre Luís Gabriel, como noticiamos, foram abertos, na noite passada, os festejos em honra a Santa Luzia, e que ficarão concluídos no dia 13,  às 18 horas, com uma celebração presidida por dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, arcebispo de Fortaleza,

Antes da Missa, houve a reza do Terço e novena, que contaram com a participação de paroquianos, especialmente dos devotos de Santa Luzia, em número bastante significativo, pois havia fiéis fora da Igreja. Esta mesma programação, reza do terço, novena e missa será obedecida  cada dia da novena, conforme divulgou ontem o padre Luís Gabriel.

CAMINHADA

No final  da missa, o pároco Luís Gabriel agradeceu a presença do padre Amado e informou que amanhã, domingo, dia 6,  haverá  a IV Caminhada Paroquial ,  uma caminhada,  que percorrerá algumas ruas do bairro Jardim das Oliveiras, num percurso de aproximadamente dois quilômetros, como parte das comemorações do centenário da Igreja de Santa Luzia, encerrando com uma celebração eucarística às 10 horas.

O padre Luís Gabriel convidou também a todos para a programação da próxima terça-feira, dia 8 de dezembro, que constará da reza  do Terço da Misericórdia,  na capela, que contará com a participação de uma equipe da Rádio Dom Bosco, às 15 horas; vindo em seguida a abertura do Ano da Misericórdia, que será feita pelo papa Francisco.   E à noite, a programação normal do  5º dia  do novenário  de Santa Luzia.


sábado, 5 de dezembro de 2015

Novos quinze coroinhas chegam à serviço da Paróquia São João Eudes:

No total de 35, investidura contou ainda com os 17 veteranos que servem na Matriz e Santa Luzia.


Uma missa composta por 35 coroinhas, com novas túnicas vermelhas com sobrepeliz branca, foi realizada na Igreja Santa Luzia no último dia 29/11. Tratava-se da reinvestidura e investidura, sendo 17 renovando seu "sim" e 15 formados novos coroinhas à serviço da igreja católica.


A celebração foi presidida pelo aniversariante da semana e pároco da paróquia São João Eudes, Pe. Luis Gabriel, Cjm.

Os coroinhas são o braço direito do padre durante às celebrações, que tem como padroeiro São Tarcísio, espelho para muitos jovens que querem, tem o desejo de seguir os mesmos passos do santo.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

DOM JOSÉ ANTONIO ORDENA O DIÁCONO CLERISTON MENDES FERREIRA


Quando a Igreja do mundo inteiro comemorava o dia de Santo André, um dos primeiros apóstolos de Jesus Cristo, dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, arcebispo de Fortaleza, presidia a solenidade de ordenação diaconal do seminarista Clériston Mendes Ferreira, da Congregação Jesus e Maria, mais conhecida por Congregação dos Padres Eudistas.



A solenidade foi iniciada, rigorosamente, às 19 horas de ontem,  dia 30 de novembro de 2015, na centenária Capela de Santa Luzia, no bairro Jardim das Oliveiras, com uma procissão que contou com a participação do arcebispo, dos padres eudistas Amado, Luís Gabriel, Juan Carlos e Johnja e mais o monsenhor Idelfonso e os padres Cristiano Henrique, Abel, da Paróquia de São Pio X e Eliseu Santos, da Paróquia de Pindoretama, o diácono Marcos e um número significativo de seminaristas.



ABERTURA

A solenidade foi aberta com o pároco Luís Gabriel agradecendo a presença de dom José Antonio, dos padres e da assembleia, que lotou as dependências da Capela. Os paroquianos prestigiaram o evento e participaram da celebração, que foi animada pelo Ministério de Música da Paróquia São João Eudes, composto por jovens, que cantaram e tocaram muito bem.

Depois da proclamação do Evangelho e, consequentemente da homilia, com dom José Antonio fazendo um histórico das vidas diaconal e sacerdotal da Igreja, iniciou a solenidade de ordenação fazendo uma série de perguntas ao Cleriston e foram todas respondidas com segurança. Em seguida, o néodiacono se dirigiu para onde se encontrava a sua família e recebeu das mãos de sua mãe uma casula vermelha. Foi um momento emocionante, porque em seguida recebeu um forte e carinhoso “Abraço de Mãe”. Depois vieram os abraços do Padre Abel e do arcebispo, que aproveitou o momento para  uma conversa muito íntima. Clériston se dirigiu ao padre Luís Gabriel  que, com muito carinho, ajeitou a estola e a casula, que estavam fora do lugar.



ABRAÇOS

Terminada a solenidade, dom José Antonio deu a bênção final, especialmente ao já diácono Clériston e se posicionou para a procissão de saída. O diacono ficou dentro da Capela para receber os parabéns e abraços dos paroquianos, amigos e dos seus familiares, tendo à frente sua mãe, dona Maria Irene Mendes Ferreira, que era toda alegria. E o filho, durante o seu agradecimento aos que o ajudaram a chegar aonde já chegou, deu muita ênfase “à minha família, aqui presente e ao padre Amado, seu formador”.